Biografia de Brooke

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Biografia de Brooke

Mensagem por Ruffy-kun em Seg Set 07, 2009 7:39 pm

Brook




Nome: Brook (�u���b�N)
Apelido: Esqueleto Cavalheiro, Só-Ossos Brook, Hanauta no Brook (Brook Sussurrante)
Idade: 88 anos
Aniversário: 3 de Abril
Recompensa: 33.000.000
Fruta do Diabo: Yomi Yomi no Mi
(Fruta do Submundo – Tipo Paramecia)
Ofício: Músico da Mugiwara Kaizokudan | Ex-músico da Rumba Kaizokudan

Sobre Brook



Brook já foi um membro do esquadrão de
ataques surpresas de um reino muito antigo, um pirata Rumba, um dos
nakamas de Laboon. Já morreu uma vez, perdeu todos seus amigos e penou
bastante, mas hoje, graças à Yomi Yomi no Mi, ele pode ter uma segunda
chance nesse mundo e se tornou o músico do Mugiwara Kaizokudan. Seu
sonho acima de tudo é reencontrar com Laboon.
Ele sabe tocar um pouco de todos os instrumentos musicais, embora
costume usar mais seu violino e também é um espadachim, assim como
Zoro, mas ao contrário deste, que leva suas espadas na cintura, Brook
esconde a sua katana, Shikomizue, dentro da bengala que sempre carrega
consigo.
Passado: Rumba Kaizokudan



Cinqüenta anos atrás, Brook fazia parte
dos piratas Rumba como músico e espadachim. Ele e seu grupo estavam
navegando normalmente pelo West Blue quando uma baleia filhote que
tinha se perdido do bando começou a seguir o navio. Eles tentaram
ajudá-la, dizendo que ela deveria voltar para a sua família, mas a
baleia ficou tanto tempo seguindo o navio que acabou virando parte da
tripulação e recebeu o nome Laboon.

Desde então, os piratas rumba viveram
muitas aventuras e Laboon mostrou não ser um empecilho para eles, mas
ao contrário, um verdadeiro pirata. Laboon era especialmente próximo de
Brook e adorava suas músicas. Seus nakamas diziam até que Brook e
Laboon se pareciam e tinham o mesmo formato da cabeça (por causa do
afro).

Porém, chegou a hora da despedida: os
piratas iriam atravessar a Grand Line, mas não podiam levar Laboon, ele
era só uma criança. Eles tentaram conversar com Laboon sobre isso,
especialmente Brook, mas ela não os deu ouvidos. O jeito então foi
parar de cantar ou tocar até que Laboon fosse embora. Foi um momento
muito triste para a tripulação, mas eles tinham que seguir em frente e
uma semana depois já estavam do outro lado da Grand Line. Lá, eles
conheceram Crocus, o guardião do farol e já estavam pensando em fazer
uma comemoração, mas havia um problema.

Para a surpresa de todos, Laboon tinha
seguido-os e atravessado a Grand Line sozinha. Passaram-se três meses e
quando os reparos do navio estavam completos, os piratas decidiram
partir. Crocus ficaria tomando de conta de Laboon por dois ou três anos até que eles voltassem. Laboon concordou e esperou.
Os três anos se passaram e o grupo ainda não estava nem perto de
completar sua missão antes de voltar. Sem que ninguém esperasse, o
capitão dos piratas Rumba, Calico Yorki, contraiu uma doença
desconhecida e fatal. Eles desembarcam em uma ilha, onde o capitão
decidiu abandonar o grupo e levar esse parasita para um local bem
distante, como o Calm Belt.

Algum tempo depois, o grupo ainda
sobrevivia e Brook ganha uma recompensa por sua cabeça. Mais um período
se passa, até que eles são atacados com armas envenenadas em um duelo
com outro navio. Muitos morreram e o restante sabia que o veneno não
iria demorar muito para matá-los. Brook então convidou todos para tocar
uma última música; talvez ele voltasse à vida graças à fruta do diabo
que havia comido tempos atrás, mas ninguém sabia se iria dar certo. De
qualquer maneira, Brook preferiu deixar seu Tone Dial ligado para
gravar a última e tão querida música dos piratas Rumba. Eles começaram
a tocar e cantar, e de um em um, foram caindo.
A Segunda Vida e a Batalha pela Sombra



No dia em que Brook morreu, a Yomi Yomi
no Mi foi ativada e sua alma voltou flutuando do outro mundo. O
“Brook-gasparzinho” tinha que retornar ao seu corpo para voltar à vida,
mas acabou se perdendo no meio da neblina e ficou um ano inteiro
procurando por seu navio até encontrar. Quando finalmente encontrou,
seu corpo já tinha se transformado em esqueleto. Brook teve que se
contentar com seu “novo” corpo, mas pelo menos seu afro estava intacto.
Mal sabia onde ele e seu navio tinham ido parar.

Com o leme do navio quebrado, Brook
ficou navegando sem rumo durante muito tempo e acabou indo parar em
Thriller Bark por acaso, e na esperança de sair daquele oceano maligno,
resolveu desembarcar na ilha para procurar algo que desse pra consertar
o item. Porém, ele acabou sendo capturado por zumbis e levado a um
castelo. Lá dentro, viu nada menos que o shichibukai Gecko Moria
“arrancando” a sombra de um homem e pondo em outro corpo; da fusão um
zumbi nasceu. Pra piorar Brook teve sua sombra roubada para os mesmos
fins e foi jogado de volta em seu navio.

Com sorte, Brook conseguiu acordar, se
recompor e voltar à ilha para retomar sua sombra, mas chegando lá
acabou derrotado. Isso o deixou sem forças e com medo demais para
tentar novamente e também descobriu que só estava vivo graças à
neblina: se ela fosse menos densa, o sol transformaria seu corpo em
cinzas. Brook então sentiu-se totalmente vencido e pensou que nunca mais poderia cumprir sua promessa com Laboon.
Mas por acaso, o esqueleto cavalheiro acabou descobrindo o ponto fraco
dos zumbis: o sal, e então passou a ter mais esperanças. O sal fazia
com que as sombras dos zumbis voltassem aos seus donos originais,
causando a “morte” dos zumbis. Aos poucos Brook começou a fazer o
terror em Thriller Bark matando todos (ou quase todos) os zumbis que
encontrava.

Com o tempo Brook acabou recebendo o
apelido de “sussurrante” em Thriller Bark, pois sempre que anoitecia,
ele andava pela ilha sussurrando músicas e derrotando os zumbis. Sua
fama de matador durou até o momento em que encontrou o corpo com o qual
estava sua sombra. Surpreendentemente, o tal corpo era de um lendário samurai, Ryuuma,
muito mais forte, ágil e habilidoso que o próprio Brook, mesmo os dois
tendo os mesmos estilos de luta. Brook foi derrotado novamente e teve
que fugir para não ter seu afro cortado em pedacinhos. Ele teve que
voltar para o seu navio de mãos vazias.

Cinco anos se passaram e após muito
tempo sozinho naquele mar, Brook avistou um navio (os chapéus de palha)
com pessoas “normais”. Foi assim que o esqueleto sussurrante conheceu
Luffy, Sanji, Nami, Zoro, Usopp, Chopper, Nico e Franky.
Uma nova chance ao lado dos Mugiwaras



Para a surpresa de todos, Luffy convida
Brook para ser seu nakama sem nem mesmo conhecê-lo e Brook ainda aceita
na maior naturalidade. Luffy fica ainda mais decidido do convite quando
Brook revela ser um músico.



Mas antes de Brook tocar seu violino, o
grupo é surpreendido por um fantasma e eles descobrem que sem querer
“toparam” com Thriller Bark. Brook então decide que é hora de ter sua
revanche com sua sombra. Ele pede a todos para não desembarcarem na
ilha em hipótese alguma e então desaparece. Mas como se já não fosse de
se esperar, o grupo fazem exatamente o contrário.

Na ilha, Brook reencontra com Robin e
Franky, explica-lhes sobre o efeito do sal nos zumbis e vai procurar o
samurai, mas acaba perdendo. Brook teve que agüentar uma derrota amarga
pelas suas próprias habilidades, muito mais desenvolvidas. Para sua
sorte, Zoro aparece e vence Ryuuma, devolvendo sua sombra a Brook.

Porém os outros chapéus de palha também
estavam lutando e tendo seus problemas, e o verdadeiro inimigo, o
shichibukai Moria, ainda não tinha sido derrotado; pra piorar, este
ainda libertou o seu maior e mais forte zumbi, Oz,
que estava com a sombra de ninguém mesmo que Luffy. Brook se uniu aos
mugiwaras e juntos, mais o “Luffy Pesadelo”, eles finalmente
conseguiram derrotar o inimigo e devolver a sombra de todos os roubados.

E como se não pudesse mais piorar, eles ainda tiveram que enfrentar um último inimigo: Bartholomew Kuma,
um shichibukai, mandado pelo governo mundial para aniquilar os
mugiwaras. Pior: Kuma ainda os deu a chance escolher entre a vida de
Luffy e a vida deles. Claro que os chapéus de palha escolheram não dar
nenhum dos dois. A luta foi dura e eles quase morreram, mas no fim
parece que o shichibukai resolveu ir embora com a confusão.
Atualmente



Recentemente Brook se tornou o músico
da Mugiwara Kaizokudan e partiu de Thriller Bark. Ele é um dos únicos
do grupo que sabe o porquê de Kuma ter partido tão repentinamente:
quando todos caíram, só Zoro ficou de pé, e para salvar a vida dos seus
nakamas, ele fez uma troca com Kuma: eventualmente, Zoro se tornaria o
maior espadachim do mundo, e quando essa hora chegasse, aceitaria dar
sua cabeça pela de Luffy. Para fechar o acordo, Kuma transferiu toda a
dor e o cansaço de Luffy para Zoro, que teve seqüelas espantosas.

Além de Brook e do próprio
Zoro, os outros que sabem desse segredo são Sanji, Robin e os irmãos
Risky (piratas do bando da Lola).

Aparência e Personalidade



É o mais magrelo do grupo e também o
mais alto. Costuma usar paletó e calça finos (lembrando bastante o
Sanji) com um babador, uma cartola, uma bengala, e um afro muito bem
colocado que trata como se fosse um tesouro (e é também a sua marca
registrada).

Outra semelhança com Sanji é o
“cavalheirismo” que Brook diz ter. Na verdade Brook não tem noção
alguma de etiqueta, suja a cara toda quando come e está sempre rindo,
festejando, falando besteiras, contando piadas de esqueleto... Aliás,
ele fala tanto que vive sendo mandado a calar a boca. Brook também tem
a mania de pedir para ver a calcinha das mulheres que encontra durante as aventuras.

Mas sua personalidade foi só um dos
motivos de Brook ter entrado no grupo. Ele é o músico que Luffy sempre
quis ter a bordo e também o amigo que prometeu a Laboon que voltaria
para buscá-la. Quando Luffy ficou sabendo dessas duas coisas, ele ficou
cada vez mais convencido de que Brook deveria ser seu nakama.
Habilidades



Como já dito, Brook esconde na bengala sua espada, Shikomizue.
Ele possui ótimas habilidades e um estilo de combate próprio que lembra
muito a esgrima. O esqueleto tem uma velocidade naturalmente alta que
somado ao seu peso extremamente leve, garante-o ataques extremamente
rápidos e precisos.

Porém houve certas ocasiões em que
Brook também demonstrou vontade de ficar mais forte, pois suas
habilidades nem se comparavam às de Zoro ou do Samurai Ryuuma. Brook
ficou admirado quando viu que os golpes de espada que ele próprio tinha
inventado foram aperfeiçoados pelo samurai.

Sua maior habilidade é o “Requiem Bandolere”, apelidado por seus amigos de “Hanauta Sanchou Yahazu Giri”.
Ela foi usada pelo samurai Ryuuma de modo aperfeiçoado e muito mais
letal. Outra habilidade de Brook aperfeiçoada pelo samurai foi o “Aubade Coup Droit” que passou de um simples impulso com a espada para algo como um tiro de pistola, capaz de fazer furos em paredes.

Na hora da luta, Brook
costuma fazer piadas sobre seu estado “meio-morto” e se assusta
facilmente com as ofensivas do inimigo, porém sempre que a coisa pega
admite que tem horas em que um homem deve ficar e lutar por seus ideais
(expressão muito utilizada por ele), lutando corajosamente.
Curiosidades



  • Ele é o mais velho do grupo, com 88 anos e de acordo com Oda, Brook representa a figura de um avô.


  • Por não ter um corpo de carne e sangue (só de ossos) Brook é capaz
    de fazer coisas inusitadas como planar, saltar longas distâncias e até
    mesmo correr sobre a água.


  • Brook é uma paródia do guitarrista Slash, por causa de seu afro, óculos e talento musical.


  • Ele guarda o Tone Dial gravado com a última canção que ele e seu
    grupo tocaram escutaram antes de morrerem literalmente dentro da sua
    cabeça.


  • Muitos dos personagens criados por Oda têm risadas exclusivas. A de
    Brook é o “Yohoho”, que também é uma referência a vários piratas reais
    que costumavam rir do mesmo jeito.


  • Brook é ainda capaz de se inclinar 45 graus, igual ao Michel Jackson, que demonstra isso em alguns clipes seus.
Spoiler:

Na Saga do Arquipélago Sabaody, Brook
demonstra poder combinar os ataques de espada com música, causando sono
nos inimigos por exemplo.
Depois dos acontecimentos em Sabaody, Brook foi parar na ilha
Namakura, em algum lugar da Grand Line, também conhecida como a Terra
da Pobreza, Harahettania. Lá os habitantes, ao que parece, cultuam a
magia negra.

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